27 de nov. de 2014

O problema dos erros...

Se eu vou bem? Melhor agora e obrigada por perguntar.

Eu disse que uma dor nas costas, pelos motivos certos, é tão valiosa quanto uma ressaca que mal nos deixa pensar. Em ambos os casos, o melhor é o dia anterior.

Eu amo o teu olhar, que ama me olhar. Eu queria ter o poder de poder parar o tempo no momento exato em que o teu sorriso encontra o meu e quando tu me olhas bebendo cerveja e no fundo sabe que estou sedenta por você.

Não sei ao que eu quero brindar... Pode ser à vida, que é linda. Ou a mim, a você e à nossa incrível capacidade de nunca sermos nós, apesar de nos entrelaçarmos de tal forma que nem o kamasutra das cordas seria capaz de explicar.

Não tenho o poder de enxergar auras, mas a tua deve ser violeta. É que eu li que é essa que representa o poder de transformar o sofrimento em algo positivo. E você sabe, não sabe? Não sinto falta de nada quando te sinto perto de mim. Enquanto eu te beijo demoradamente, na boca, nos olhos, no pescoço, no peito, e te vejo com um semblante de excitação e plenitude, o mundo além das nossas quatro paredes inexiste, ou existe e não me importa.

Sabe a sensação de que o céu nos sorri? Acho que ele gosta do tanto que a gente se gosta. E poder me escorar no teu corpo, de quem já viu e viveu muito mais do que eu, é um pouco do céu aqui, no alcance das minhas mãos, braços, beijos e abraços.

Eu quase não te quero mais e consigo querer outras pessoas... Mas você realiza meus sonhos sem saber e uma gratidão imensurável habita em meu coração. Eu só quero te dizer que quando o mundo pegar pesado contigo, tu tens pra onde correr.


Eu vou cheirar esse teu cabelo, loiro, lindo, fino e gringo até me entorpecer. Eu vou colocar amor em cada toque, pra que, quem sabe, tu possas entender.  E a gente vai pegar no sono junto e eu prometo não deixar a realidade nos acordar. Aqui é muito melhor. 

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