Hoje senti sua falta. Mais do que nunca. Senti falta e percebi que qualquer esforço para tentar te esquecer é em vão. Posso até te tirar da cabeça, mas do meu coração você não sai. Ando levando a vida sem a mesma vontade e entusiasmo. Ando levando a vida sem inspiração. Sou maltratada com uma porção de dias que me privam da poesia. Que me privam do teu olhar e sorriso. Que me privam do calor do teu abraço e da intensidade dos teus beijos. Que me privam de te ver, de te tocar... Dias que me privam de tudo, menos de sentir um amor cada vez mais forte, cada vez maior. Dias que me preparam para a realidade. Sobrevivo. Escrevo com pressa, como se fosse para salvar a gente da gente. Escrevo com a necessidade de permanecer viva na tua memória e em teu coração. Os dias longos e as noites curtas expressam a dificuldade que tem sido a rotina... Tem um vislumbre do teu rosto habitando cada canto da minha memória, tão congestionada... Tem o timbre da tua voz dizendo baixinho que sou eu quem causa a tua insônia. Tem um coração, surrado e cansado, me lembrando que tenho motivos reais, palpáveis e óbvios para não desistir de você. “Mor”, “mozi”, “meu lindo”, “meu anjo”, “minha vida”. Anda rolando toda uma saudade. Anda rolando uma vontade gritante de te contar as coisas boas do meu dia e de perguntar como é que foi o teu... E tem toda uma necessidade de te dizer o quanto tu és incrível. E tudo. E meu. Mesmo não sendo. Mesmo de longe. Peço às estrelas que a gente de certo. E peço a você que não me deixe desistir. E que não desista. Que não nos deixe morrer. Não se perca de mim. Não se perca da gente. Por tudo o que fomos. E pelo que temos que ser. Eu não preciso de promessas, e acho que você também. Vamos viver nossos sonhos?
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