Me sinto sujeita à qualquer tipo de mal. Imunidade zero. Uma criança sem o cobertor. Eu sem você. Deito na cama e o sono não vem. Só me vem lembranças suas. Eu sei, foi curto o tempo que passamos juntos. Isso mesmo, FOI, não é mais. Agora, tente dizer isso ao meu coração... Tente explicar que as taquicardias cessarão. Que as oscilações de batimentos são, agora, desnecessárias, em vão. Explique que ele está abaixo da minha cabeça e que vou agir com a razão. Explique que estou abrindo mão do amor. Não pra sempre. Talvez só por hoje... Só enquanto supero a perda. A perda do que mal cheguei a ter. Conte a ele que terá que voltar pra casa. Dentro de mim. Péssimo lugar pra se viver. Fala, por que não sou capaz. Não quero me contradizer, não quero jogar pra escanteio o que me faz feliz. Se tu te importas um pouco comigo, facilita as coisas. Deixa eu por em prática o desapego, deixa eu te deixar. Faz os ânimos se acalmarem, grita que não quer mais, me faz chorar e entender. Me faz acreditar que vou ficar bem, e vai. Mas volta... Volta porque não vivo sem ti.
Um comentário:
Adorei teu cantinho!
Tem ótimos textos, viu!?
Estou te seguindo :}
Se tiver tempo, dá uma passadinha no meu?
Beijooos =*
http://umamor-demenina.blogspot.com/
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